QUERIDOS AMIGOS, QUERIDAS AMIGAS
Ao apagar das luzes do moribundo ano de 2011 a decisão do Supremo Tribunal Federal tornando inócua uma reclamação solerte, intempestiva e mal intencionada, avivou a esperança da categoria. O Auditório Central da UECE literalmente lotado no dia 15 de dezembro evidencia essa constatação.
Todos tiveram a oportunidade de ouvir a advogada, Dra. Glayddes Sindeaux e tirar dúvidas quanto às ações futuras e as nossas perspectivas.
No entanto, houve quem optasse pelo silêncio, pela omissão e, após a reunião, difundisse informações pessimistas entre aqueles que não puderam comparecer. Tem sido sempre assim. As cassandras sempre se manifestam. Até parecem estar contra os nossos interesses. Às vezes chegamos a pensar que os nossos maiores inimigos estão entre nós. E talvez seja este o motivo pelo qual o processo tenha se arrastado durante tantos anos.
Não há como negar a grande omissão da categoria, seu desânimo, sua desmobilização. Ainda há quem, por motivos que não conseguimos entender, esteja claramente torcendo contra. Há algum tempo, quando a reclamação foi aceita, de maneira mal intencionada pelo Sr. Eros Grau, uma "colega", exibindo um sorriso cínico e expondo seu lado sádico, nos provocou: -"Professor, nem deu certo".
Muitas provocações temos recebido, através de comentários no blog, e-mails, nas nossas andanças no Itaperi, nos encontros casuais em lugares públicos. no começo estranhava e reagia. Agora já não nos aborrecemos mais. Essas manifestações revelam deformidades de caráter e estão na casa dos "sem jeito". Um "colega" me dizia na entrada de um restaurante, sorriso de deboche: - "Eu sou amigo do Maurinho, moro no mesmo prédio e ele me disse que o estado não vai acatar a decisão do STF". (O "Maurinho" é o nanico secretário Mauro Filho. E o rapaz, nosso colega, é "amigo" dele. Que tipo de gente é esta? Quanta perversão!!!).
Muitas provocações temos recebido, através de comentários no blog, e-mails, nas nossas andanças no Itaperi, nos encontros casuais em lugares públicos. no começo estranhava e reagia. Agora já não nos aborrecemos mais. Essas manifestações revelam deformidades de caráter e estão na casa dos "sem jeito". Um "colega" me dizia na entrada de um restaurante, sorriso de deboche: - "Eu sou amigo do Maurinho, moro no mesmo prédio e ele me disse que o estado não vai acatar a decisão do STF". (O "Maurinho" é o nanico secretário Mauro Filho. E o rapaz, nosso colega, é "amigo" dele. Que tipo de gente é esta? Quanta perversão!!!).
Psicopatas e sado-masoquistas à parte, todas as considerações acima foram feitas a propósito de que essas pessoas possam nos atrapalhar nessa arrancada final. A guerra não acabou. Neste único cenário disponível poderão acontecer percalços. Muitos deles advindo desse tipo de "colega", gente doentia e pervertida. Talvez alguns "colegas" sejam mais nocivos que os vassalos do governo. Os lacaios do governo vão tentar atrasar a execução até mesmo usando tais pessoas.. Mas, depois das surras que levaram no TST (3) e da fragorosa derrota no STF, perderam força, sua leviandades e mentiras perderam substância e a correlação de forças mudou.
O que sugerimos é que a nossa vantagem seja assegurada já que estamos vencendo.
Como fazer isto?
Nenhuma fórmula mágica. Nada sobre-humano. O segredo é uma grande mobilização da categoria. Mobilizada ela não aceitará barganhas acordos espúrios e não permitirá que, em contatos eventuais com o governo, alguém possa negociar por nós. Já nos enganaram uma vez. Quando necessário, vamos organizar reuniões independentes do comando do SINDESP,se for o caso, para organizar manifestações com a presença maciça dos interessados. É hora nos irmanarmos, fazer dos nossos corações um só coração. É hora de corrigir os erros de omissão do passado. A guerra ainda não acabou. Como já dissemos esse é o nosso Vietnam. Vencemos um inimigo poderosíssimo que contava até com aliados entre nós (estes são mais perigosos e ainda não foram derrotados).É a hora da afirmação da categoria. grandes manifestações, utilização da grande mídia. Enfim, é hora de por a boca no trombone, "sem querer ficar do lado de quem não quer navegar" como diria o Paulinho da Viola. A advogada fez sua parte, a justiça também.
Leiamos Carlos Drummond de Andrade: "Para sonhar um ano novo que mereça este nome você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo...
É dentro de você que o ano novo cochila e espera desde sempre"
Leiamos Carlos Drummond de Andrade: "Para sonhar um ano novo que mereça este nome você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo...
É dentro de você que o ano novo cochila e espera desde sempre"
Tudo o que vai acontecer doravante só depende de nós.
Essa é a nossa grande mensagem de Ano Novo: Se nós quisermos 2012 será um ano bom. Vamos fazê-lo?
GRANDE ABRAÇO!!!
GRANDE ABRAÇO!!!





