JULGAMENTO HISTÓRICO NO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL EM 01.12.2011

CLIQUE NOS LINKS PARA ASSISTIR O JULGAMENTO HISTÓRICO DE 01.12.2011

ESTAMOS DISPONIBILIZANDO OS LINKS DO YOU TUBE ENVIADOS PELO PROF. MANOEL AZEVEDO. É SÓ CLICAR E VERÁ OS VÁRIOS MOMENTOS DAQUELE HISTÓRICO JULGAMENTO.

Abaixo, respectivamente, estão os endereços no youtube das partes 1 de 5, 2 de 5, 3 de 5, 4 de 5 e 5 de 5 do vídeo do julgamento histórico no STF.

http://www.youtube.com/watch?v=w4DHkYcKpoo
http://www.youtube.com/watch?v=rRE6L0fu4Ks
http://www.youtube.com/watch?v=gQzH1FNS5Sg
http://www.youtube.com/watch?v=8FqTJqKrjww
http://www.youtube.com/watch?v=z1UKoALstcI

domingo, 20 de janeiro de 2008

APRENDENDO OU DESAPRENDENDO COM QUEM DIZ QUE SABE DAS COISAS(1)


EDIÇÃO NOTURNA DE HOJE, domingo, dia 20 de janeiro de 2007
Caríssimos(as) amigos(as)
Ao longo desses anos acompanhando o chamado processo do Piso Salarial, aprendemos muito. Já tivemos oportunidade de dizer neste espaço e nas nossas reuniões semanais que conhecemos o jogo do governo e suas artimanhas. É um jogo anunciado. Mas há coisas que até o presente momento não conseguimos entender:
A primeira diz respeito à exegese que o governo faz da sentença do Supremo Tribunal Federal e que tentar empurrar pela nossa garganta.
Parece que os iluminados e doutos serviçais do governo do estado encastelados na Procuradoria Geral do Estado, de modo especial o sr. Subprocurador Nogueira (porque o procurador geral nos confessou há poucos meses não conhecer o processo) são muito versados em direitos trabalhistas e que todos os juizes e ministros das várias instâncias onde tramitou o processo (4a. vara da JT, Tribunal Regional do Trabalho da 7a. Região, Tribunal Superior do Trabalho e do Supremo Tribunal Federal são incompetentes. Só esses pretensiosos procuradores são clarividentes sabem das coisas. Só eles enxergaram erros nas entrelinhas da sentença. Juizes, desembargadores e ministros dos Tribunais Superiores têm sido postos na vala comum da mediocridade.
O nível de competência dos srs. procuradores pode ser avaliado até por leigos através do teor de suas petições, reclamações, etc. São peças medíocres que reprisam sempre a mesma cantilena de 15 anos sobre a incompetência da Justiça do Trabalho para julgar nossa ação do PISO SALARIAL. Acontece, caros amigos, que essa "tese" esdrúxula foi rejeitada a partir de 1992 na quarta vara, no TRT, no TST, no Supremo Tribunal Federal em ação movida pelo SINDESP. Inconformado o governo do estado (leia-se Tasso Jeressaite) recorreu na tal recisória que percorreu o mesmo caminho (quarta vara, TRT, TST, Supremo Tribunal Federal). Na corte suprema transitou em julgado no dia 01.02.2007.
Há quase um ano o atual governo do estado fica utilizando, via alquimistas da PGE, os mais absurdos artifícios aproveitando-se da grande flexilibilidade que a justiça oferece ao estado, de brechas da lei e de outro meios deploráveis para descumprir a decisão judicial de implantação do PISO SALARIAL.
(continua na próxima postagem)

REPERCUTINDO O ARTIGO Educação com novas perspectivas



EDIÇÃO DOMINICAL MATUTINA, de 20 de janeiro de 2008

Caríssimos amigos, caríssimas amigas

Vamos utilizar esta postagem para reproduzir aqui os vários comentários publicados no site do jornal o POVO on-line de ontem:
(clique no link acima para confirmar)
Primeiro comentário:

POSTURA PRÓ-ATIVA PARA A EDUCAÇÃO SOCIAL É DESCONFIAR de tudo o que possa vir como proposta do partido que o sr. representa. O que se pode esperar de empresários e políticos de um partido que tem como cacique o mágico transformador dos recursos públicos em riqueza privada e do senhor, o mágico transformador da educação pública em rede nacional de enriquecimento privado por meio da educação? A sua universidade-franquias vive às custas daqueles desfavorecidos que não tiveram condições de ter base sólida para conquistar uma vaga em universidade pública ou que não têm condições de pagar as chamadas universidades para ricos. Sr. deputado, novas perspectivas para a educação deveriam ser políticas para que a população tivesse novas possibilidades de acesso à riqueza social. O seu partido só é capaz de políticas de concentração da riqueza social, seja nacionalmente seja regionalmente. Falando do Ceará, o seu partido é o responsável pelo não pagamento desde Março de 1987 do Piso Salarial dos professores das universidades públicas estaduais.
Sr. Deputado, faz vinte anos que, em conluio com amigos do poder judiciário, os reitores e os governadores do Estado do Ceará conseguem manter esse calote (Piso Salarial)com os professores das universidades estaduais. A saber, o Governador Cid, instruído por sua assessoria em calote trabalhista e utilizando-se da mesma estratégia do PSDB, conseguiu por mais um ano, descumprir decisão do Piso Salarial do Supremo Tribunal Federal(Fev 2007), impedindo até mandado de execução do Tribunal Regional do Trabalho, por meio 2ª estância do chamado poder judiciário. O seu partido deputado é a favor da concentração de capital e do prejuízo dos trabalhadores, todos os funcionários públicos estaduais, já por vinte anos, conhecem como se faz essa perseguição. Como podemos esperar que dessa sua palavra possam surgir políticas e ações que representem o desenvolvimento do Ceará?

Alberto Dias Gadanha

Prof. de Filosofia do Direito da UECE.
Segundo comentário:

Deputado Teodoro,para quem tem acompanhado o seu trabalho na assembléia este seu artigo é no mínimo demagógico.Os resultado desastroso da educação é fato,basta que se tenha tido um mínimo de experiência em sala de aula numa escola pública e seja ou tenha sido aluno de uma universidade pública.Experiência vivida por mim nos dois âmbitos.Fico a pensar se realmente foi o autor de tal artigo,pois é sabido por todos que é a favor do ensino privado e seu objetivo e ações é a privatização da educação.O momento que diz ser oportuno para ações lhe pergunto,o que tem feito em prol do ensino médio,da greve das universidades e porque em relação ao PISO SALARIAL dos professores das universidades públicas teve a postura de se colocar contra,tentando inviabilizar um direito reconhecido até pelo SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL? Essa postura proativa realmente tem que ser adotada para acabar essa chaga da educação como negócio e,para que haja desenvolvimento social e não empresarial da educação.
Ana Maria Cordeiro Teixeira

Terceiro comentário:

Basta analisar a proposta que nos foi oferecida no início dos anos 90 (um reajuste de 60% em troca do PISO) para mostrar que não é verdade que "O seu partido deputado é a favor da concentração de capital e do prejuízo dos trabalhadores, todos os funcionários públicos estaduais". Se tivéssemos aceito teríamos hoje um salário 60% maior. E se tivéssemos guardado apenas uma parte desse reajuste (sem imposto de renda, nem IPEC), sem guardar gratificações (DE e de incentivo), nem férias nem 13º ainda teríamos acumulado algo em torno de R$ 206.000,00. Foi oferecido uma chance de melhorar nossos salários e perdemos na assembléia de professores uma oportunidade de mudar essa concentração de renda. Talvez os reitores tenham apenas respeitado a vontade de uma parte da categoria que insiste continuar se fazendo de vítima contra um governo "cruel" que ofereceu 60%. Uma parte que também foi responsável por um grande prejuízo aos demais colegas.
Paulo Marcelo Farias Moreira
Obs. da administração do blog:
Não ficamos no ar 24 horas porque temos outras tarefas e também reservamos algumas horas ( 4 ou 5) para dormir. Por esse motivo, às vezes a publicação de comentários demora um pouco. No entanto, todos os comentários, desde que sejam postados em termos respeitosos e condizentes com a nossa postura de professores universitários serão publicados. Só serão censurados aqueles que, ocultos pelo anonimato, sejam ofensivos a honra e a dignidade das pessoas, sejam elas participantes da causa, membros do judiciário ou prepostos do governo. Em qualquer caso, desde que assinados, os comentários serão da inteira responsabilidade dos signatários. Divergimos de algumas idéias mas, asseguraremos aqui o direito à livre manifestação como no caso presente da mensagem do prof. Paulo Marcelo Farias Moreira funcionário e professor do Curso de informática da UECE.
Acompanhe o debate no blog. Tem mais. Está ficando empolgante!!!
Contra o sofisma, a dialética!!! Vamos lá gente. Quem se habilita a continuar o debate.
O espaço é livre e está aberto
Bom domingo. Voltaremos a qualquer hora em edição extraordinária

sábado, 19 de janeiro de 2008

DECISÕES DA REUNIÃO DE SEXTA FEIRA


EDIÇÃO DE HOJE, sábado, dia 19 de janeiro de 2008
Caríssimas amigas, caríssimos amigos
Quem não compareceu à reunião de sexta feira (dia 18.01.2008) perdeu a oportunidade de decidir sobre assuntos relevantes e, mais que isso, se inteirar dos últimos acontecimentos e do esclarecedor depoimento da profa. Diana (FAVET) que esteve no TRT para se informar sobre o andamento do nosso processo naquela Corte.
Lamentavelmente não podemos reproduzir aqui as informações. O blog é público. Há também no nosso meio, lamentavelmente quem esteja torcendo contra. O setor de comunicação enviará algumas informações por e-mail. Mas só quem vem às reuniões poderá acmpanhar todo o andamente e até conhecer nossos próximos passos.
Ainda não nos foi possível confirmar o deslocamento do processo no TRT. Mas algum trabalho já foi feito para "desencantar" o processo. Destacamos aqui, por justo e oportuno, a carta da profa. Sylvia Leão.
Há no nosso meio muitos que detém a competência, a facilidade na exposição de argumentos e que em nada têm contribuido para usar os meios disponíveis e o próprio talento em defesa de nossa causa.
Lembramos que a Revolução Francesa foi inspirada a médio prazo pelo trabalho dos enciclopedistas e a Guerra de Secessão Norte americana foi impulsionada, segundo reconheceu o prórpio presidente Abaham Lincoln, por um livro despretensioso - A cabana do Pai Thomás,(
Uncle Tom´s Cabin de - HARRIET BEECHER STOWE ).
E então, prezados(as) amigos(as):
Será que não vale a pena escrever e ocupar todos os espaços disponíveis na defesa de nossa causa?
Leia a matéria abaixo publicada no jornal O POVO de hoje:

(leia o artigo na íntegra clicando no link acima)
"O momento atual, onde se vislumbra a formulação de políticas públicas bem concatenadas, ao mesmo tempo em que se observa uma ampla discussão sobre a situação do ensino público..."

...."Adotando-se uma postura proativa contra essa chaga, que teima em fincar raízes em nosso ambiente social, certamente que o Brasil, em médio prazo, estará usufruindo os benefícios de um sistema educacional eficaz, com amplos reflexos em todos os segmentos, notadamente no seu desenvolvimento econômico e social".

Prof. José Teodoro Soares - Deputado estadual
Nosso comentário:

Indagamos ao sr. Teodoro se duas de suas iniciativas fazem parte dessa tal "postura proativa" que ele propõe no seu artigo deste sábado. A primeira é criar e disseminar no estado do Ceará e em outros estados, tão desafortunados como o nosso, alguns cursos ditos superiores, de qualidade discutível, usando a chancela de uma Universidade Pública séria como a UVA. É a "macdonaldização" da "educação", através do sistema de franquias, sem nenhum controle de qualidade. A segunda de suas posturas é aquela que, juntamente como o sr. Manassés Claudino Fonteles ex-reitor da UECE a sra. Violeta Arrais, ele adotou ao entrar na justiça do trabalho com um embargo de execução contra seus colegas professores que ganharam em todas as instâncias, inclusive no SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, o direito ao PISO SALARIAL.
Gilberto Telmo Sidney Marques

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

REFLEXÕES CRISTÃS PARA UM FINAL DE SEMANA CHEIO DE ESPERANÇAS


EDIÇÃO MATUTINA DE HOJE, sexta feira, dia 18 de janeiro de 2007

Queridos(as) Amigos(as)

Do colega Gadanha, recebemos:

Gostaria de elaborar uma introdução, no entanto o espírito de cada professor saberá como interpretar essa carta aos governantes. Seria bom expressarmos nossas opiniões depois no blog. Por isso solicito que seja veiculada no blog para melhorar ainda mais nossas reflexões e as reflexões não murchem nas cabeças.
Carta aos Governantes dos Povos"
(
http://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_de_assis )
São Francisco escreveu:
A todos os poderosos, cônsules, juizes e regentes no mundo inteiro, e a todos quantos receberem esta carta, Frei Francisco, mísero e pequenino servo no Senhor, deseja saúde e paz.
Considerai e vede que "se aproxima o dia da morte"(Gn 47,29). Peço-vos, pois, com todo o respeito de que sou capaz que, no meio dos cuidados e solicitudes que tendes neste século, não esqueçais o Senhor nem vos afasteis dos seus mandamentos. Pois todos aqueles que o deixam cair no esquecimento e "se afastam dos seus mandamentos" são amaldiçoados (Sl 118,21) e serão por Ele "entregues ao esquecimento" (Ez 33,13). E quando chegar o dia da morte, "tudo o que entendiam possuir ser-lhe-á tirado" (Lc 8,18). E quanto mais sábios e poderosos houverem sido neste mundo, tanto maiopulta "tormentos padecerão no inferno" (Sb 6,7).
Por isso aconselho-vos encarecidamente, meus senhores, que deixeis de lado todos os cuidados e solicitudes e recebais com amor o santíssimo sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, por ocasião de sua santa memória. Diante do povo que vos foi confiado, prestai ao Senhor este testemunho público de veneração: todas as tardes mandai proclamar por um pregoeiro, ou anunciai por algum sinal, que todo povo deverá render graças e louvores ao Senhor Deus Todo-Poderoso. E se não o fizerdes, sabei que havei de dar conta perante vosso Senhor Jesus Cristo no dia do juízo.
Os que levarem consigo este escrito e o observarem saibam que serão abençoados por Deus nosso Senhor.

Alberto Dias Gadanha

Comentário do blog:

Só para ajudar na reflexão: Às páginas tantas, do segundo catecismo da doutrina cristã, que conhecemos na infância, havia uma categoria de pecados hediondos: os pecados que bradam aos céus e pedem a Deus vingança.

Vejamos dois deles:

3. Oprimir pobres, órfãos e viúvas.

4. Não pagar o salário justo a quem trabalha


Não é exatamente isso que o governo está fazendo?

Lembrem-se: Daqui a pouco, às 9:00 h estaremos reunidos no SINDESP.

COMPAREÇAM!!!

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

ÙLTIMAS NOTÍCIAS


EDIÇÃO DE HOJE,quinta feira, dia 17 de janeiro de 2007
Queridos amigos, queridas amigas
Estamos tentando confirmar algumas informações de nosso interesse. Até amanhã isto será possível. Podemos adiantar que se trata do nosso processo.

Há uma movimentação na quarta vara. Confira:
Processo: 00393/1992-004-07-00-6
Rito: Ordinario
Data/Hora: 17/1/2008 18:34:42
Origem: 04ª Vara do Trabalho - Fortaleza - Ce
Fase: Reclamação Trabalhista Data da Autuação: 18/02/1992
Reclamante: Sind.Docentes Ens.Publico Estadual Ceara
Advogado do(a) Reclamante: Glayddes Maria Sindeaux Esmeraldo OAB nº 4019-CE
Reclamado: Fund.Universidade Estadual Ceara e Outro(s)
Advogado do(a) Reclamado: não cadastrado
DATA
DESCRICAO
COMPLEMENTO
EVENTO
16/1/2008 08:44:14
Remetido Ao Trt
05 Volumes - Ag. De Inst.
16/1/2008 08:28:22
Sobrestado/Suspenso
Principal
15/1/2008 12:52:02
Devolvido Pelo Advg.Reclamante
11/1/2008 09:32:57
Ag.Diligencias Diversas
Devolução De Autos
Resumindo: o TRT pediu outra vez os autos do processo que estavam na quarta vara. Não foi por acaso. No TRT não há nenhuma indicação de movimento no site desde 17/10/2007. Veja abaixo:
17/10/2007
Remetido
Rec Em 17/10/2007 13:05 P/ Fernando Cavalcante Melo Junior
SEC JUDICIÁRIA
GAB JUIZ ARÍZIO DE CASTRO

Estamos procurando confirmar uma movimentação que foi dectada no TRT sem constar no site (segredo de justiça?).
Possivelmente saberemos amanhã.
É, no mínimo, estranho que o site do TRT não apresente de maneira transparente como todos os outros (STF, TST e quarta vara) as movimentações do processo

Mais informação:

Recebemos do colega Alberto Cintra transcrevemos abaixo e-mail que ele recebeu do Conselho Nacional de Justiça:
Prezado Senhor,
Em atenção aos fatos narrados em seu e-mail, comunico a V.Sa que, por força de vedação regimental, a atuação da Corregedoria Nacional de Justiça depende da formalização da reclamação/denúncia encaminhadas via e-mail.
Na oportunidade, esclareço que as instruções acerca da formalização da reclamação/denúncia poderão ser obtidas no sítio do Conselho Nacional de Justiça, cujo endereço é:
http://www.cnj.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=34&Itemid=87
Atenciosamente,
Janaína C de Andrade
Analista Judiciária
Corregedoria Nacional de Justiça
Conselho Nacional de Justiça
Supremo Tribunal Federal, Anexo II-A, Cobertura, sala 605 - Praça dos Três Poderes
70.175-900, Brasília/DF

Outra informação:

vistando o site do jornal O POVO de ontem, dia 16/01/2007, encontramos:

(é só clicar acima e conferir no jornal O POVO)

Curioso. O Supremo Tribunal Federal, cônscio de suas responsabilidades constitucionais, exige explicações do Governo Federal sobre medidas tomadas para compensar as perdas da CPMF. Impõe até prazo. Esse mesmo Tribunal deu ganho de causa aos professores da Uece sobre o piso salarial. Mandou o Governo Estadual implantar imediatamente. Mas, até agora o Governo Estadual faz que não entende...Parece que são dois pesos e duas medidas. Para quem apelar?

Antonio Mourão Cavalcante Fortaleza-CE

Leia o comentário de um leitor:

Essa turma da UECE só fala em aumento, atrasados, reposição...êta turminha prá gostar de dinheiro. Aula que é bom...
LUIZ IVAN MONTE

Leia agora o nosso comentário:

Reforço aqui a informação do prof. Mourão sobre a prepotência do governo do estado ao não cumprir decisão do Supremo Tribunal Federal transitada em julgado no dia 01 de fevereiro de 2007 após mais de quinze anos de tramitação. Quanto ao sr. Luiz Ivan, há necessidade de melhor se informar sobre a UECE e aprender melhor a relação causa-efeito. A UECE tem mais de 30 anos de bons serviços prestados à comunidade cearense na capital e em seis campi no interior. Tem sido sucateada pela irresponsabilidade dos sucessivos governos estaduais. Agora está no limite vivendo sua maior crise. Os professores estão reagindo. A culpa da greve e do sucateamento da UECE cabe exclusivamente ao governo do estado.

Gilberto Telmo Sidney Marques - prof. adjunto da UECE
Caros(as) amigos(as)
Mais que nunca deveremos estar em sintonia. Compareçam à reunião de amanhã no SINDESP. Contamos com a sua presença para que possamos tomar algumas decisões:
1. a ida ao TRT
2. a formalização de uma denúncia ao Conselho Nacional de Justiça.
Há alguns colegas que estão cometendo leviandades. Precisamos nos posicionar contra os oportunistas

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

VEJA O BLOG TODOS OS DIAS


QUERIDOS AMIGOS, QUERIDAS AMIGAS


MANTENHAM O HÁBITO DE VISITAR O BLOG TODAS AS NOITES E, QUANDO NÃO FOR POSSÍVEL, TODAS AS MANHÃS.

MANTENHAM-SE ATUALIZADOS. NÃO ESTAMOS PARADOS. AS COISAS ESTÃO ACONTECENDO TAMBÉM NO ÂMBITO DA JUSTIÇA.

NO MOMENTO NÃO PODEMOS AINDA SOCIALIZAR A INFORMAÇÃO. ADIANTAMOS QUE ESTÁ HAVENDO UMA MOVIMENTAÇÃO QUE ESTAMOS MONITORANDO ATRAVÉS DE CONTATOS IMPORTANTES.

POR ENQUANTO É O QUE PODEMOS ADIANTAR. ESTAMOS MAIS VIVOS QUE ANTES. AS ADESÕES A NOSSA CAUSA ESTÃO SE MULTIPLICANDO.

SOLICITAMOS A CONFIRMAÇÃO POR E-MAIL DA IDA AO TRIBUNAL NA PRÓXIMA SEMANA. ATÉ LÁ DISCUTIREMOS SOBRE SUA NECESSIDADE REAL. SE NÃO HOUVER MAIS NECESSIDADE, NÃO IREMOS, EVIDENTEMENTE. "SUBLATA CAUSA, TOLLITE EFFECTUS".

A PARTIR DE AGORA OS COMENTÁRIOS SERÃO MODERADOS, ISTO É, SÓ SERÃO PUBLICADOS COMENTÁRIOS DE PESSOAS IDENTIFICADAS COM NOMES REAIS. NÃO É CENSURA. QUEM CRITICA DE MANEIRA GROSSEIRA PRECISA MOSTRAR A CARA (SE TIVER) OU AS CARAS, NO CASO DE TER MAIS DE UMA.

QUANTO À ENQUETE, ELA ESTÁ NO LADO ESQUERDO SUPERIOR DA PÁGINA. NÃO HÁ COMO MUDAR SUA POSIÇÃO.

O FUNDAMENTAL É SUA COMUNICAÇÃO POR E-MAIL PARA EVITAR A EVIDENTE AÇÃO DE SABOTADORES ANÔNIMOS.

ATÉ LOGO MAIS.

domingo, 13 de janeiro de 2008

CARTA PESSOAL DA PROFA. SYLVIA LEÃO


EDIÇÃO CREPUSCULAR DE HOJE, domingo, dia 13 de janeiro de 2008

Fortaleza, 06 de Janeiro de 2008
Ilmo. Sr. Juiz
Manoel Arizio de Castro,

Votos de saúde e paz!
Já é quase a hora bíblica do galo! Mais uma madrugada me surpreende com a atenção concentrada na sua digníssima pessoa, assim imaginada, a partir do eminente título portado.
Pessoalmente não o conheço, contudo o Senhor faz parte da minha vida, desde que chegou ao seu Gabinete, em 12/06/1997, o nosso processo do “piso salarial”. Dez anos após, em 17/10/2007, o nosso processo voltou ao seu Gabinete, e lá tem permanecido até a data de hoje.
Senhor Manoel Arizio de Castro, desde então, feito oração de fiel, cumpro diariamente o ritual de visitar o sítio do TRT, e vejo que a minha vida, bem como a de centenas de colegas e suas respectivas famílias, encontram-se enclausuradas naqueles papéis que estão depositados em suas mãos.
Não se trata apenas de um maço formal de celulose a sofrer intensas dissecações de averiguação legal pois, enquanto isso, há centenas e centenas de vidas que há décadas padecem desse preciosismo legalista, a dizer polidamente. Além de outras cento e dezessete vidas adormecidas para sempre, sem o gozo do direito reconhecido.
A questão fundamental era saber do lado de quem se encontraria a Verdade. A dizer com Platão, tratar-se-ia de saber “quem dentre eles fala verdadeiramente e quem falsamente.”
Após o Supremo Tribunal Federal ter-nos dado ganho definitivo de causa, em 01 de fevereiro de 2007, sirvo-me dessa missiva a reclamar a obediência à decisão do Supremo Tribunal Federal, até agora postergada pelo Governo do Estado do Ceará.
Quem sou eu a ousar em escrever a um máxime guardião da Justiça, reclamando o cumprimento da decisão do STF?
Ilmo. Sr. Juiz, antes de tudo, sou cidadã de uma República, vigente é a Democracia, é o Estado de direito, vale dizer, a mim estão assegurados por lei todos os direitos que asseguram o direito fundamental - o direito à vida!
Mas nesse exato momento, em que me encontro absolutamente indignada com a morosidade no encaminhamento do nosso processo, apelo não mais tão somente às garantias de nossa Carta Magna, uma vez que entendo ser essa dilatada parcimônia, uma forma legal de não cumprir a Justiça. Constrange-me tal pensamento, visto poder estar em engano. Mas amparo em Voltaire, o meu direito de dizer: posso jamais concordar convosco, mas defenderei até à morte, o vosso direito de dizer.
Passo de então a apelar, nas palavras do Monsenhor Quinderé, à Mais Antiga Constituição, precisamente em seu Quinto Mandamento: não matarás (Ex. 20,13).
Sirvo-me da advertência de tão ilustre filho de Maranguape:
“ O preceito cujo estudo concluímos com a publicação deste capítulo não se refere somente à parte material do homem, mas à espiritual, por certo mais valiosa. O conceito de que um homem não se humilha, mata-se, tomou na consciência coletiva a forma de axioma. E fato, a morte moral vence, em crueldade, o homicídio, porque este atinge uma só pessoa e os seus efeitos logo desaparecem, enquanto a infâmia fere, além da sua vítima, os membros da família em todos os graus da geração.” (2006,276)
Constantemente nas minhas reflexões, nas minhas dúvidas, (pois são muitas as noites insones) a propósito da razão do tempo em que se demora nosso processo em seu Gabinete, confesso que mesmo sabedora da “morosidade da justiça”, pus-me a imaginar quais razões justificariam a distensão máxime do tempo à diligente leitura. Comecei a ficar preocupada, ansiosa depois, enfim, indignada com a dilatação do tempo a esse examinar.
Indaguei-me se esse mesmo processo já não havia sido estudado pelo Senhor, há dez anos atrás. Por que então, perguntava –me, o nosso processo não sai daquele Gabinete?
Passei a me sentir moralmente ferida de morte, com a esperança arrancada do meu espírito, os ideais da reta consciência cruelmente ignorados com esse estancamento do processo.
Confesso que cheguei a imaginar, por dias, que o Senhor queria simplesmente fazer o nosso processo dormitar no esquecimento. Nesses dias, em irascível silêncio, julgava ser o Senhor persona non grata, ao meu coração. Estou sendo sincera, ao abrir meu coração angustiado, a quem julgo ser merecedor da minha sinceridade.
A cada vez que olhava o sítio do TRT, lá estava a mesma informação que já sei decorada, e me levantada irritadíssima do computador, igualmente irritadíssima com o Senhor. Outros dias, lá estava eu, repetindo o mesmo gesto esperançoso, mas sem expectativa de haver-se deslocado o processo. Confirmada a expectativa, aceitava-a, um pouco desiludida, mas sem o ímpeto infantil de serem as efetividades realizadas conforme a imediatez do meu desejo.
Mas não sou mais criança, não se trata de um querer infantil de ter o próprio desejo realizado. Trata-se do apelo pessoal de uma cidadã, o de ter a demonstração prática de vivermos sob o signo da Justiça e do cumprimento da Lei.
Hoje, estou a escrever ao Senhor, como escreveria a qualquer pessoa que julgasse honrada: com o coração aberto e a razão argüidora de quem se dirige ao outro, como igual a si, em humano dialogar.
Nesse instante, assim me referindo, estou a fazer do Senhor, uma imagem assemelhada a um cidadão comum, certamente um pouco mais adentrado ao tempo do que eu.
Poderia imaginar uma honrada figura paterna, tal um antigo patriarca bíblico, cumulado com as bênçãos espirituais e materiais, da família, filhos, netos. Imagino ainda, alguém que já deve ter sofrido bastante na peleja da constituição do próprio mérito, alguém que já se alegrou com brincadeiras de criança, fez amigos de rua, ou colégio, ou seminário, ou cidade do interior, com os quais se “danava”, e juntos, sonhavam com o futuro que queriam para si, sempre benfazejo e ridente. Alguns desses amigos são hoje sofridos professores da UECE, já vergados pelo peso da idade, mas ainda com o coração cheio de esperanças.
Provavelmente, a contar com a própria capacidade e o próprio esforço, dedicou toda a sua juventude à ciência que abraçou, o nobilíssimo Direito. Suponho igualmente dominar a Filosofia- a minha amantíssima ciência, como ser possuidor de uma biblioteca invejável! Provavelmente, há de ser cultuador dos latinos, dos inexcedíveis gregos e, quem sabe, assíduo leitor das Sagradas Escrituras.
Será que como eu, o Senhor se deleita com o encontro do profeta Natan com o rei Davi, com a noção paulina de lei e caridade, ou o pondus amoris, de Santo Agostinho? Ou, ainda com a bravura humilde de um João XXIII?
Caro Senhor Arízio de Castro, ando a meditar sobre o Senhor, querendo entendê-lo, além da formalidade legal exigida pela Justiça. Quais seriam as razões pelas quais a minha vida e a de centenas de colegas se mantêm engessadas, junto com o nosso processo, em suas mãos?
É inevitável ao meu coração a lembrança da passagem bíblica (2Sm,11-12), na qual Davi, homem rico e poderoso, possuidor de muitos bens, toma para si Bat-Sheba, esposa de Uriá, e o faz destacado para a primeira linha de combate, a assegurar dele a morte. Após, é visitado pelo profeta Natan que a Davi conta a estória de um homem rico, que ao hospedar um viajante, manda impiedosamente sacrificar a única ovelhazinha do pobre, ao invés de dispor de uma de seus inúmeros rebanhos. Encolerizado, Davi esbraveja que esse homem deve ser merecedor da morte. Somente então o profeta anuncia ser ele, o próprio Davi, este homem! Com a assunção súbita da consciência do pecado, Davi se exaspera de dor, com o coração contrito, e em contrapartida, oferece-nos um dos mais belos salmos à própria regeneração, o Miserere (Sl. 50). A criança que fora gerada pela concupiscência morreu. Após, seria gerado Salomão, o signo da Sabedoria.
Que tenho em mente ao me valer desse excerto bíblico?
Sinto-me como o “pobre”, professora de universidade pública, cuja única ovelha é o próprio salário. Aqueles que no decurso dessas décadas, direta ou indiretamente, esforçaram-se em subtraí-la de mim, assemelham-se ao impiedoso rico.
Contudo, a regeneração dos verdadeiros bens é possível pois, segundo tal ensinamento, todos nós somos defectíveis e perfectíveis. Agir conforme o próprio Bem é ato de bondade, ao invés, agir conforme o bem próprio é ato de maldade. Se o Estado é o representante do nosso bem, agir conforme o Bem, pode significar agir convergindo ou divergindo do Estado; mas jamais, segundo entendo, divergindo do Bem. O Bem, no caso, é o termo principal da relação, em direção ao qual o Estado deve ser aproximado. Caso haja a inversão dos termos, o Bem passa a ser subordinado ao Estado. Seria a inversão entre meio e fim. Se assim o for, faz-se perdido o elo transcendental dos ideais supremos e a rosa-dos-ventos dos valores humanos ver-se-ia aturdida, bem como estaríamos perdidos todos os homens na imanência absoluta dos poderes contingentes disputados. Sabe Senhor, amo muito a humanidade, o compêndio que cada um de nós é, do magnífico esforço desse frágil bicho primordial em perseverar na própria vida, bem como preocupa-me em demasia a herança que deixaremos aos que virão depois. Assim, sinto-me responsável por todos nós.
Por isso, ocorreu-me esse reclamo de justiça, também agora a servir-me de Santo Agostinho, em cuja tradição paulina, ensina-nos a distinção entre a Lei e o Amor. Aquilo que está escrito nas tábuas de pedra, a Lei, não terá serventia à edificação comum se não estiver inscrito no coração, o Amor. Estou mergulhada na 1ª Cor.13 “...mesmo que tenha o saber de todos os mistérios e de todo o conhecimento(...) se me falta o amor, nada sou.”
Nesse mesmo sentido, ainda é sabido que a Lei obriga a que o Mal seja evitado, mas não educa a que o Bem seja amado. Por isso, o sapientíssimo Agostinho afirmar- quem ama não precisa da lei, posto o cumprimento pleno da lei ser obra do Amor.
Diariamente, conforme o meu credo, peço ao Juiz de toda a Justiça, na expressão de Abraão, que a Justiça seja cumprida, o nosso piso salarial seja reimplantado. Creio vivamente nos julgamentos terrenos, eis a razão pela qual tomei a liberdade de me dirigir de forma epistolar ao Senhor. Mas, sobretudo, mantenho meu coração voltado para a inescapável Justiça Divina: o estar nu, no face-a-face, diante de Deus.
Ilmo. Sr. Arízio de Castro, perdão por não usar os termos de referência formais devidos, mas a boca fala do que o coração está cheio! E o meu coração, apesar de se sentir muito entristecido, sinceramente vota ao seu, a justiça e o Amor plenificados.
Através dessa carta personalíssima, espero ter agido de forma prudente, conforme João XXIII: “...prudente é aquele que, tendo-se proposto um fim bom e até nobre e grande nunca o perde de vista, consegue superar todos os obstáculos e chega a bom termo; aquele que, em todos os assuntos distingue a substância e não se deixa importunar pelos acidentes; (...) e, mesmo que não consiga tudo ou não alcance nada, sabe que operou bem (...)”.

Despeço-me, respeitosamente,
Sylvia Leão
Esta obra prima dispensa comentários. Parabéns professora Sylvia Leão por ter arrancado essas palavras do fundo do coração e expressado com tanta felicidade o nosso sentimento comum. São nossos votos que Deus a ilumine sempre.

NOVA OFENSIVA


EDIÇÃO DE HOJE, domingo, dia 13 de janeiro de 2007

Na reunião de sexta feira, dia 11 de janeiro de 2007, foi aventada a possibilidade de uma visita ao TRT. Seria uma visita programada para que os srs. desembargadores possam tomar conhecimento da nossa existência enquanto categoria.

Mas, para tomarmos a decisão da ida ao TRT precisamos contar com a anuência de todos.

Nas nossas reuniões surgem muitas propostas. No entanto há necessidade de uma avaliação prévia de sua viabilidade.

Na nossa já (quase) remota infância aprendemos com Esopo e La Fontaine a fábula da assembléia dos ratos (clique sobre o sublinhado para relembrá-la).

Pois bem. Chegou a hora de alguns companheiros e companheiros investir um pouco de seu tempo na luta em defesa de seus próprios interesses.

Já afirmamos em nossas reuniões que a nós e aos demais companheiros da coordenação desse movimento paralelo, não interessa a visibilidade para a utilização eventual em disputas de cargos eletivos seja no SINDESP ou na UECE.

Durante todo esse tempo nada pedimos. Não fizemos cotas para custear as inevitáveis despesas com todas as atividades. Porque, companheiros e companheiras, essas atividades todas têm um custo. Não queremos dinheiro de ninguém.

Por que então uma meia dúzia está empenhada no processo? Não podemos responder por todos mas, particularmente, sabemos que lutamos porque temos saúde para tanto, consciência da nossa responsabilidade com a Universidade pública gratuita e de qualidade. Mais que isto, temos tempo. De abril de 2007 essa luta tem sido nossa prioridade. Estamos dedicando a ela parte considerável de nosso tempo remunerado pela D.E. (dedicação exclusiva). Sentimo-nos mais confortado do que se estivessemos vendendo nossa mais valia a preço vil para outras instituições. O que vamos ganhar com isso? Além, muito além do PISO SALARIAL, a plena consciência de ter lutado por uma causa legítima e justa. O conforto do prazer inestimável de ter combatido o bom combate do qual nos fala em algum lugar das escrituras o apóstolo Paulo e a plena convicção de que contribuimos para que a nossa luta fosse vitoriosa.

Vamos precisar de todo mundo. Professores da ativa, aposentados, viúvas, filhos de professores. Seria desmoralizante e comprometedor o comparecimento de apenas poucos professores, aqueles teimosos sobreviventes das sextas feiras.
Não há que temer. Não vamos praticar vandalismo, fazer buzinaço ou coisa que o valha. Vamos fazer uma incursão organizada e pleitear uma audiência com o desembargador relator e com o desembargador revisor para uma comissão que será escolhida na ocasião e representará todos os presentes.

Cabe à comissão solicitar esclarecimentos sobre a morosidade da tramitação e entregar um memorial cobrando agilidade da justiça. Não haverá ameaças, afrontas nem também beija-mão ou genuflexão. É uma cobrança. Não é um pedido de clemência. É uma pressão legítima e altiva vinda dos interessados. Estamos no estado democrático de direito. Se não formos capazes de executar essa atividade por falta de participação, aí é melhor aguardamos em casa, "com a boca escancarada cheia de dentes esperando a morte chegar" como diria o saudoso Raul Seixas.
Esta é a proposta. Simples e objetiva e que só poderá surtir efeito se contar com a presença maciça dos interessados e de seus familiares.

Se falharmos, estará comprometido todo um trabalho de longos meses e uma expectativa de mais de vinte anos.

Amadureçamos a idéia. Temos tempo. Durante essa próxima semana estaremos ainda realizando duas ou três incursões diplomáticas junto ao TRT. Não podemos queimar etapas. Na outra semana, poderemos nos dirigir maciçamente ao Tribunal.

Estamos querendo firmar um grande compromisso com todos. Para isso disponibilizamos o nosso e-mail pessoal - gtelmo@uol.com.br - para a sua comunicação, para as suas sugestões, criticas e para opinar sobre a ida ao TRT. Escreva-nos confirmando a sua diposição de participar do ato público. Precisamos avaliar previamente a correlação de forças. Responda também a enquete,mas não deixe de se manifestar por e-mail. Contamos com todos nesta arrancada final.

CONTINUANDO A CONVERSA

EDIÇÃO DE HOJE, domingo, dia 13 de janeiro de 2008
Através de um contato pessoal, o Ministro Ubiratan Aguiar esteve com o mesmo desembargador solicitando o agendamento do processo na pauta do pleno do TRT. Na ocasião o desembargador relator, afirmou que estava aguardando uma decisão do TST para encaminhar o processo para a pauta. A tal decisão do TST, é necessário que se diga, é uma resposta a uma petição encaminhada pela Dra. Glayddes Sindeaux motivada pelo inusitado da intempestiva decisão de suspender a execução do PISO SALARIAL, determinada pelo mencionado desembargador relator. Não cabia nenhum recurso no âmbito do TRT porquanto, como já explicamos no blog, a "reclamação" subscrita pelo sr. Sub-Procurador da PGE não tem caráter de documento jurídico. Não se enquadra no glossário jurídico, é uma anomalia. Qualquer recurso interposto pela Dra. Glayddes, legitimaria o tal documento. Explicamos tudo isso porque há pessoas (alguns colegas) que agindo de má-fé prosseguem na tentativa infame e estéril de desqualificar o trabalho competente da advogada. Conversamos com a Dra. Glayddes na quinta feira passada. Ela nos relatou os proximos passos. Na reunião de sexta cientificamos os presentes. Não podemos, no entanto, informar através desse veículo porque seria ingenuidade revelar nossa estratégia. Ela está trabalhando em que pese as perturbações que estão querendo impor alguns colegas ansiosos e, até certo ponto, desesperados e até mal intencionados, quem sabe.
Voltaremos mais tarde. Responda a nova enquete. Grande abraço

VAMOS À LUTA COM DETERMINAÇÃO


EDIÇÃO DE HOJE, domingo, dia 13 de janeiro de 2008
Caríssimos amigos, caríssimas amigas
Quem está acompanhando através do blog ou de nossas reuniões semanais, sabe que a nossa luta é muito difícil.
Há alguns dias iniciamos uma ofensiva diplomática. A profa. Sylvia Leão encaminhou carta pessoal o Desembargador Arizio de Castro que detém nosso processo desde o dia 17 de outubro de 2007. A carta será publicada na íntegra logo mais.