
DECISÃO HISTÓRICA: "Como se vê, as recentes decisões do STF e do TST, só vêm corroborar o entendimento desta julgadora de que inexiste obstáculo para retomada da execução, vez que, repito, as medidas que recomendavam a suspensão do feito foram revogadas. . "Assim, urge a adoção de providências no sentido de determinar que as reclamadas reimplantem em folha de pagamento dos substituídos o piso salarial deferido em sentença"(DO DESPACHO DA DRA. CHRISTIANNE - JUÍZA DA QUARTA VARA EM 12.03.2012)
JULGAMENTO HISTÓRICO NO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL EM 01.12.2011
CLIQUE NOS LINKS PARA ASSISTIR O JULGAMENTO HISTÓRICO DE 01.12.2011
ESTAMOS DISPONIBILIZANDO OS LINKS DO YOU TUBE ENVIADOS PELO PROF. MANOEL AZEVEDO. É SÓ CLICAR E VERÁ OS VÁRIOS MOMENTOS DAQUELE HISTÓRICO JULGAMENTO.
Abaixo, respectivamente, estão os endereços no youtube das partes 1 de 5, 2 de 5, 3 de 5, 4 de 5 e 5 de 5 do vídeo do julgamento histórico no STF.
http://www.youtube.com/watch?v=w4DHkYcKpoo
http://www.youtube.com/watch?v=rRE6L0fu4Ks
http://www.youtube.com/watch?v=gQzH1FNS5Sg
http://www.youtube.com/watch?v=8FqTJqKrjww
http://www.youtube.com/watch?v=z1UKoALstcI
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
ESTAMOS DE VOLTA!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
ATÉ BREVE...

CAIM E A JUSTIÇA

Sylvia Leão
Filosofia – UECE
NOTÍCIA DO DIÁRIO DO NORDESTE

O deputado Adahil Barreto acusou o governo de descumprir decisão judicial, através de sentença do Supremo Tribunal Federal, que determinou ao governo o pagamento do piso aos professores das universidades. O impasse não está incomodando apenas a oposição. Na base aliada alguns parlamentares demonstraram a preocupação com a decisão do governo de não negociar com os grevistas. Cirilo Pimenta fez um apelo para que o governo retome com celeridade as negociações com os professores.
Renata Benevides- Repórter
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
O PISO EM DEBATE NA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA

Caríssimos amigos, caríssimas amigas
Fomos informados que hoje na Assembleia Legislativa o deputado Adahil Barreto cobrou do governo a implantação do PISO SALARIAL. O líder do Governo utilizando a mesma argumentação da PGE afirmou que o governo sabe que tem que pagar mas, a referência ao salário mínimo só vale até o ano de 1990, quando da mudança de regime de CLT para estatutário.
Parodiando o politico de um programa humorístico:
- Aprendeu rápido não foi deputado?
Quem diria. Assimilou o discurso falacioso da PGE.
Fontes não reveláveis informam que a estratégia do governo de entrar com a ação inominada no TRE, cujo mérito não foi julgado até hoje e que dormita em alguma gaveta há mais de 30 dias, tem os seguintes objetivos:
1. Jogar as responsabilidades da implantação para o próximo ano com a finlaidade de não pagar o 13 salário e/ou os meses atrasados desde fevereiro de 2007 quando o processo transitou em julgado.
2. Procrastinar a implantação do PISO até o limite de suas manobras junto à Justiça, para levar os colegas mais necessitados a capitular e aceitar a proposta indecorosa gestada na PGE.
3. Tentar o calote total. Essa hipótese não está descartada. A Sra. Silvana, a mando de alguém, já desobedeceu impunemente uma decisão judicial. Aliás já é calote o que está acontecendo acobertado por uma ação inominada que há mais de um mês dormita em uma gaveta do TRT.
Essa é a realidade. A sra. Silvana Parente afirmou no debate da TV O POVO que: "o governo vai pagar o que a justiça mandar".
Secretária, a justiça já determinou. Cumpra!!!O Governador do Ceará é na realidade um homem ingênuo. Desconhece, inclusive, a obrigatoriedade de cumprir uma sentença proclamada pela Suprema Corte de Justiça do País (STF). Quanta compaixão merece um governante que antes afirmara peremptório: "decisão judicial não se discute, cumpre-se!". Aliás, um senador da república antes dissera o mesmo. São igualmente ingênuos, nesse caso, juridicamente, os assessores governamentais de agora.
O Ceará é muito ingênuo também, até acredita em promessas.
Talvez por isso tantas romarias que há por aí!
Eis a polissemia da palavra ingênuo: 1. sincero; cândido; (sentido denotativo); 2. o contrário de tudo isso (sentido conotativo-irônico).
Um doce pra quem disser que inocentes ou ingênuos eles são!
MAIS CHUMBO GROSSO NAQUELES QUE DESCUMPREM ORDENS JUDICIAIS E INSTITUCIONALIZAM O CALOTE PELA FORÇA!!!

Sérgio Luiz Arruda Parente
A reclamação dos americanos é a de que inexiste imparcialidade quando assinam contratos que os forçam a arbitrar disputas com as mesmas empresas que fornecem aos árbitros "desde seus telefones celulares até seus empregos"
Patti Waldmeir, a articulista do respeitado jornal americano Financial Times, escreveu, em 14 de novembro próximo passado, artigo intitulado "The renationalisation of American justice". Nos últimos vinte anos, os EUA criaram o que a referida escritora denominou de "sistema de justiça de segunda mão" que engloba entre as formas de resolução de conflitos a arbitragem, a mediação e outras formas "criativas de justiça privatizada" que substituíram o tradicional sistema judiciário americano: Mas, em um mundo no qual apenas 2% das ações vão a julgamento, a justiça de segunda mão de um árbitro é melhor do que nada. Os processos hoje em dia são resolvidos cada vez mais na base do "faça você mesmo"; os tribunais quase nem olham. Agora, entretanto, os dois lados do espectro do capitalismo - de algumas das maiores empresas até os menores consumidores - estão reclamando que a privatização foi longe demais. O Congresso [E.U.A] e a Suprema Corte estão debatendo a questão: será hora de trazer os juizes de volta? A reclamação dos americanos é a de que inexiste imparcialidade quando assinam contratos que os forçam a arbitrar disputas com as mesmas empresas que fornecem aos árbitros "desde seus telefones celulares até seus empregos" E continua a articulista : "De fato, pede-se ao Congresso uma reestatização de milhões das brigas mais básicas, sob a alegação que as arbitragens privadas são parciais em favor do mundo corporativo." O norte-americano David Armstrong, mestre em resolução de disputas pela Faculdade de Direito da Universidade de Pepperdine, no Estado da Califórnia, em palestra proferida (16\5\2007) na Esmec - Escola Superior da Magistratura do Estado do Ceará, respondeu-me que, atualmente, nenhum cidadão americano adquire um carro se não se submeter ao sistema de arbitragem que buscava defender em sua exposição. Tal submissão, ao que parece, é que vem sendo discutida agora pelo povo americano, cuja justiça é considerada por muitos como um modelo a ser seguido. A legislação brasileira também contempla a arbitragem em nosso ordenamento. Nossa experiência, contudo, vem sendo desastrosa em razão da pouca profissionalização destes árbitros e pela falta de fiscalização de verdadeiros "tribunais" criados à semelhança do Judiciário. Brasões e outros símbolos utilizados pelo Poder Judiciário são reproduzidos em convocações e até mesmo em identificações pessoais dos árbitros, o que acaba por confundir o indivíduo leigo. Outra preocupação é a de que estas câmaras arbitrais organizem-se como verdadeiras empresas de cobrança, emitindo "intimações" com teores intimidativos a muitos devedores que sequer se submeteram ao compromisso arbitral. A premissa do instituto da arbitragem é a busca da pacificação do conflito, longe do clima de litígio que muitas vezes cerca o processo judicial. A proliferação indiscriminada destas câmaras, centros e tribunais arbitrais é preocupante, pois subverte a cultura da pacificação, pela busca, às vezes confusa, de litigantes. Ouve-se muito acerca de distorções e, semana passada, em visita à OAB local, tomei conhecimento por seu Presidente, Dr. Hélio Leitão, de várias irregularidades envolvendo estes centros arbitrais, que foram devidamente encaminhadas ao Ministério Público, solicitando providências. Visitamos a OAB-CE juntamente com os Desembargadores Fernando Ximenes e Raul Araújo Filho com o objetivo de sensibilizar seu Presidente sobre a campanha de conciliação deflagrada pelo CNJ - Conselho Nacional de Justiça e obtivemos deste a melhor acolhida. A ação proposta na Semana Nacional da Conciliação, planejada pelo CNJ e desenvolvida por todo o Judiciário Brasileiro, tem como objetivo primordial a divulgação de uma cultura de paz, como meio alternativo de resolução de conflitos. Não é uma justiça de "segunda mão", como se referiu a preocupada Patti Waldmeir do Financial Times, mas uma que cuida de estimular a conciliação, utilizando métodos alternativos, como por exemplo a mediação judicial. É o próprio Poder Judiciário estimulando a pacificação, retirando do processo judicial o clima tenso do litígio. A campanha é nacional e terá uma semana de duração, de 03 a 08 de dezembro de 2007. Em 2006 o movimento teve apenas um dia de conciliação, mas os números obtidos foram memoráveis. O Tribunal de Justiça do Estado do Ceará alcançou o primeiro lugar em número de audiências e acordos realizados no País inteiro. A Semana Nacional de Conciliação será isenta de custos para as partes e engloba servidores, todos os operadores do direito e até mesmo as universidades, envolvendo docentes e discentes. A campanha, este ano, traz uma inovação na Capital : as escrituras extra-judiciais de divórcio e separação, que pela Lei No. 11.441\2007 são lavradas em cartório e possuem força de sentença. Um cartório funcionará no próprio Fórum Clóvis Beviláqua e a triagem dos casais reconhecidamente pobres já vem ocorrendo por intermédio da defensoria pública. Serão 240 escrituras em substituição a processos de divórcio e separação. Infelizmente, pelas regras atuais do CNJ, estas escrituras não serão computadas no desempenho de nossa campanha, mas o que nos importa ? Renovamos a salutar ousadia em novamente disputar o primeiro lugar e, para tanto, contamos com o empenho de todos. Sérgio Luiz Arruda Parente - Juiz de Direito
Diz Montequieu ?1748 - que os poderes devem ser autônomos e harmônicos. Na perspectiva hegeliana -1820 , o judiciário não pode fazer parte das três pessoas da santíssima trindade do Estado. A sua proximidade com o executivo, diz a prática do séc. XVII, experiência do Hegel, favorecia a harmonia de interesses entre esses poderes, mas era de enorme prejuízo à sua autonomia, dá para compreender, não? A História se repete. Para exercer a função divina do juiz de efetivação do direito, isto é, da síntese entre entre a universalidade abstrata do direito positivo e a determinidade específica singular do fato, Hegel confia para tal função estatal o poder do príncipe e não de um colegiado de responsabilidades diluídas e ocultadas, como é de praxe da estrutura da justiça brasileira, justiça com deficiência de responsabilidade nominada. Para Hegel o príncipe era fulano de tal, e ele respondia caso a caso, o merecimento de sua soberania. (2/3
A perplexidade dos professores da UECE-UVA-URCA deveria ser levada ao conhecimento dos responsáveis pela justiça neste Estado, porque os professores podem tornar cada vez mais pública a descrença com a justiça, com o Estado de Direito e com os servidos que o representam. Diante da lei desrespeitada a RONDA DO QUARTEIRÃO não seria capaz de dar conta da Violência Legal e Social estabelecida. Nós professores não nos conformamos que as autoridades jurídicas e executivas responsáveis pela Obstaculação da Reimplantação do Piso Salarial comemorem com champanhe e tal, o CALOTE DE da Folha Salarial de 2007 AOS PROFESSORES DA UECE-UVA-URCA, a ser consumado nos próximos dias. Caro Juiz parece que o sr. é cuidadoso em sua pesquisa jurídica, por isso lhe trouxe Maquiavel e Hegel, mas por favor não siga os exemplos destes tratadores da Lei, porque senão trocaríamos a sua pequisa na antiga morada americana da lei, por uma nova morada da lei nos estados unidos do nosso Ceará central. (3/3)Professor de Filosofia do Direito na UECE.
Alberto Dias Gadanha
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DESMONTANDO DISCURSOS FALACIOSOS. CONCILIAÇÃO NÃO É RENDIÇÃO!!!

A essência da conciliação
Djalma Pinto
Não tem havido, na sociedade brasileira, preocupação em educar os homens, para produzir de forma isenta o Direito quando alçados ao poder responsável pela sua produção, nem para respeitá-lo enquanto norma impositiva, cuja inobservância atrai a aplicação de sanção
05/12/2007 02:03
Ao estimular as partes a buscarem soluções para os seus conflitos, o Poder Judiciário dá importante contribuição à reeducação para a convivência social. Por viverem em comum, os homens divergem entre si, se atritam, externam amor e ódio. O Direito surgiu exatamente para manter a harmonia entre as pessoas na sociedade. Aliás, a primeira grande missão do Estado é produzir o Direito para disciplinar as condutas daqueles que residem em seu território. É necessário, porém, estimular cada cidadão a respeitá-lo e a se submeter às regras que integram a ordem jurídica. Não tem havido, na sociedade brasileira, preocupação em educar os homens, para produzir de forma isenta o Direito quando alçados ao poder responsável pela sua produção, nem para respeitá-lo enquanto norma impositiva, cuja inobservância atrai a aplicação de sanção. Educar os integrantes de um grupo social para uma convivência harmônica não se resume em ensinar, por exemplo, a diferença entre Direito natural e Direito positivo, entre princípio e regra jurídica. Educar para a paz, para a assimilação do Direito significa fazer germinar no coração de cada pessoa a virtude da justiça para que possa ela perceber que a simples tentativa de ser justo propicia indescritível sensação de bem-estar. Os jovens costumam buscar a beleza. A sociedade lhes estimula ao cultivo da estética. Não há, porém, qualquer preocupação em despertar-lhes para a necessidade de serem justos, de contribuírem para melhorar a vida em comum. A conseqüência é um grupo social em permanente litígio que, ao invés de produzir riqueza para garantir a prosperidade de todos produz conflitos em excesso, consumindo tempo e as energias da nação para soluciona-los. É urgente a formulação de um amplo debate sobre a necessidade de maior atenção à virtude da justiça. Proudhon mostra a relevância do tema: “a justiça, sob diversos nomes, governa o mundo, a natureza e a humanidade, ciência e consciência, lógica e moral, economia política, política, história, literatura e arte. O excesso de litígio é fruto de um distúrbio causado pela falta de disposição para compreender que o direito de cada um termina onde começa o direito do outro. Decorre da prevalência do egoísmo sobre a solidariedade e de um patente descaso em relação à fraternidade necessária para a construção da sociedade livre, justa e solidária almejada pela Lei Maior (art. 3º, I, CF). A idéia de propagar a cultura da paz, no Brasil, traz em si um embrião que poderá abrandar a ignorância, a maldade e a indiferença daqueles que se tornam cegos pelo egoísmo e incapazes de perceber que aos outros também são assegurados direitos que devem ser exaltados. Desrespeitar o direito do outro não configura gesto de grandeza, importa em falta de civilidade. Em analfabetismo para a vida social. Na conciliação reside a grandeza da tolerância, da prosperidade, da solidariedade, enfim, nela pode encontrar-se a essência da própria felicidade que seguramente não habita o coração daqueles que, pela excessiva pobreza de espírito, estão sempre buscando prejudicar os outros. Djalma Pinto - advogado
Alberto Dias Gadanha
De fato dr. Djalma, não tem havido preocupação em educar os homens para produzir de forma isenta o Direito. Nas salas de aulas os professores de Direito muito deles hoje o são ou foram procuradores do Estado (Ceará ) ensinam aos seus alunos que o descumprimento de uma decisão configura um ato atentório à dignidade da justiça mas na prática esses mesmos professores, procuradores do Estado descumprem de forma escandalosa usando termos que não caberiam a tais representantes da justiça.O sr como ex-procurador teve oportunidade de exercer esse Direito dentro dos paramêtros que o mesmo coloca neste artigo de forma tão eloquente, mas que não passa de falácia. Esse Direito que serve para disciplinar condutas não deve se ater apenas aos cidadãos pois, tenho certeza que respeitar e se submeter às regras da ordem jurídica não está sentenciado apenas aos pobres e mortais cidadãos, cabe também às instituções e seus representantes, como: procuradores, juízes e todas as intituições que representa o Estado e a Sociedade. Se não for assim dr. Djalma, como ficará e quem vai disciplinar a conduta dos procuradores do Estado do Ceará, da sra. Silvana Parente, representante da Seplag e do próprio Governo do Estado no descumprimento de uma decisão já tramitada em julgado pelo próprio SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL? Ação esta que o dr conhece tão bem pois, a desobdiência já se arrasta desde o tempo em eras procurador do Estado. (1/2)
Ana Maria Cordeiro Teixeira
Será dr. Djalma que vocês procuradores não conseguiram se educar para se submeter e respeitar as regras da ordem jurídica? Onde é que vocês aprenderam a formular peças que transgredissem a lei, creio que não foi numa faculdade dedicada ao ensino do Direito? Como um juiz pode desrespeitar outro quando este outro está no exercício de sua profissão agindo da forma como a regras da justiça manda, no caso da execução da decisão do Piso Salarial pela juíza da quarta vara do TRT? Será que a justiça para ser justa na ótica de alguns ela tem que se dar como ação desrespeitosa, como foi a atitude dos atuais procuradores do Estado e da Sra Silvana Parente? É isto que é justiça? Burlar, postergar a própria justiça. Onde está a grandeza destes representantes do executivo? O que vemos só é excesso de pobreza de espírito e uma busca incessante em prejudicar outros, e esses outros podemos aqui designar como os professores das Universidades Estaduais e da sociedade como um todo. Seu discurso é muito bonitomas, infelizmente não passa disso.(2/2)
Ana Maria Cordeiro Teixeira
Pedimos aos colegas que externem suas opiniões. Não permitam que a opinião pública pense que o PISO SALARIAL é uma ação de 3 ou 4 teimosos.
REPERCURTINDO ARTIGO E COMBATENDO INSANIDADE E MAU CARATISMO

Um compromisso solene
Vicente Martins.
No último dia 21 de novembro, fui o único docente da Universidade Estadual Vale do Acaraú(UVA) a defender, na assembléia dos professores, a inoportunidade da deflagração da grave dos docentes naquele momento. Minha proposta foi rejeitada pela maioria dos docentes. Estamos, agora, todos, em fraterna e solidária greve: Uece, Urca e e UVA. Respeito a vontade soberana dos docentes e, por isso, estou, também, em greve. Minha posição de apresentar uma proposta de estado de greve foi em decorrência de um fato novo: a publicação da Nota do Governo, em jornais de grande circulação (O POVO), 16/11/2007), em que se compromete com o envio do Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos, reivindicação dos docentes, à Assembléia Legislativa Alguns articulistas, só viram o lado de embuste da nota.Todavia, vi boa-fé na nota de Governo. Pela primeira vez, nos últimos meses, o Governo se posiciona oficial e publicamente sobre as reivindicações dos docentes, em tom de compromisso. Isso é válido como ponto de partida para cobrança, inclusive judicial, dos compromissos assumidos, publicamente, pelo Executivo. A nota governamental não nos intimida. O Governo usa o verbo conclamar e não convocar, que daria, no meu entender, data venia, muito mais um caráter coercitivo para o retorno dos mestres às atividades acadêmicas. Conclamar é convocar de forma oficial, dialógica e serena, todos os docentes, para o trabalho. Sem retomada às atividades acadêmicas, o embate, entre governo e docentes, persistirá por alguns meses, porque, como sabemos, o processo legislativo, até a aprovação de uma lei, é exaustivamente discutido nas reuniões e chamadas audiências públicas das comissões técnicas. Grifei na nota governamental a palavra compromisso. Por compromisso, entendo, juridicamente, a obrigação solene assumida pelo governo de abrir negociação com os docentes da UVA, Urca e Uece. Vi também na palavra compromisso, por várias vezes repetidas na curta nota governamental, uma obrigação de cunho social do governo perante a sociedade cearense. Por pensar assim, isso me faz cidadão, governista ou inocente útil?
COMPROMISSO SOLENE RIMA COM RASTEIRA SOLENE NA JUSTIÇA DO TRABALHO.
Alberto Dias Gadanha
Professor, o sr é ou não é? Foi ou não foi? Ou vai ou não vai? Compromisso Solene rimou, neste início de governo, com solene rasteira política na justiça trabalhista. Acorde professor, esses escribas de notas oficiais são igualmente preparados para engabelar autoridades da justiça. Por isso seja mais cauteloso em se fiar nessa sua cobrança judicial. Saiba colega e companheiro, que já recomendei aqui em comentários anteriores que os empresários da Indústria e do Comércio do Ceará, com dívidas trabalhistas podem contratar os especialistas jurídicos da procuradoria do Estado e a da Secretária de Administração, como consultores altamente qualificados em dar o Calote em seus trabalhadores. Ora veja professor, sua capacidade caloteira é exemplar porque estão conseguindo deixar de pagar o nosso Piso Salarial do ano de 2007, porque se não houver a implementação imediata do Piso, o Calote será um sucesso, só faltam uns dez dias para consumar o plano do Governador. Qual empresário consegue tal proeza, de deixar de pagar durante um ano um salário ordenado por decisão do Supremo Tribunal Federal? Recomendo que quem quiser burlar a justiça trabalhista aqui no Estado, sabe onde contratar profissionais de gabarito. Cuidado professor, nós professores já temos 20 anos de depredação de nossas vidas. Conclamação oficial, dialógica e serena, pode-lhe custar mais 20 anos de depressão econômica, social e psicológica. É com professores públicos deprimidos profundamente que os incentivadores das empresas privadas vendedoras de diplomas contam para espalhar por todo o Estado a Ideologia, destino do Ceará, de que o bem público só interessa como meio para obter sucesso na riqueza privada, preste atenção, privada!
APREÇO PELA EDUCAÇÃO DE CID, SEGUNDO sr. TEODORO. FICOU AÍ EM SOBRAL.
Ana Maria Cordeiro Teixeira
Caro professor, por suas colocações, penso que é preciso um pouco mais de reflexão da sua parte para que você possa saber quem você é e saber posicionar-se diante de si e da sociedade. Se decidir pelo cidadão creio que não vai poder aceitar que você ou seus familiares possam ser servidos por professores acharcados e tratados como aqueles operários que por motivos alheios não puderam especializar-se e são denominados de peões. Se decidir aceitar a postura de governista, meus pêsames, porque um professor que aceita ser tratado como um medíocre e aceita um governo caloteiro e irresponsável, o que pode-se dizer, que você seja tão igual ou pior que o governo, desculpe a franqueza. Se decidir por inocente útil pior ainda, por que nem aqueles que não puderam ter acesso a educação não tem mais em si esse tipo de inocência. Ora professor, que esperar de um governo que não respeita sua própria constituição e nem a corte suprema do país? Que crédito pode ter a palavra de alguém com esse comportamento? Talvez o sr. se encontre em crise de identidade por pensar e concordar com o nobre deputado Teodoro que no seu artigo neste jornal no dia 01-12-07, diz o seguinte:É UMA VERDADEIRA LIÇÃO DE CIDADANIA DO GOVERNO DO ESTADO. SOU TESTEMUNHO DO APREÇO QUE O GOVERNADOR CID GOMES TEM PELA EDUCAÇÃO. NÃO SÓ PELO QUE FEZ NA REDE DE ENSINO PÚBLICO DE SOBRAL, ASSIM COMO NAS PARCERIAS COM A UNIVERSIDADE DO VALE DO ACARAU ? UVA...
Ana Maria Cordeiro Teixeira
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
DIGA NÃO AO CALOTE DO GOVERNO

ABAIXO O CALOTE!!!
PROFESSORES DA UECE, URCA E UVA
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PROFESSORES DA UECE, URCA E UVA
COMPANHEIROS E COMPANHEIRAS DE LUTA:
CARTA DA PROFA. LAUDÍCIA, UMA AMIGA MUITO QUERIDA
EDIÇÃO MATUTINA DE HOJE, terça feira, dia 04 de dezembro de 2007Queridos amigos, queridas amigas
Leiam com atenção estas reflexões de nossa colega e companheira de lutas e sofrimentos, profa. Laudícia Holanda.