
EDIÇÃO DE HOJE, domingo, dia 14 de outubro de 2007
Caríssimos amigos, caríssimas amigas
O sr. titular da PGE esteve com a titular da quarta vara tentando, mais uma vez, defender o seu indefensável ponto de vista. Informações ainda não confirmadas dão conta de uma visita do Procurador Geral do Estado ao TRT. Então, é possível mais alguma manobra. Algum recurso lá no TRT. Cabe-nos informar o que nos chega mas, não podemos citar as fontes.
Pelas razões expostas na postagem de ontem, não há motivo para pânico. O sr. procurador, data vênia, estaria mudando o discurso e esposando um a nova "tese": "o estado não pode bancar a folha com o PISO SALARIAL implantado". Mutatis mutandis, alguns marajás que recebem acima do teto já teriam quebrado o Estado.
Por que não pensaram nisso antes de subtrairem de maneira cruel o direito conquistado em 1986?
Por que nunca propuseram uma negociação justa?
Isso é uma falácia. O nosso universo de beneficiários não é de mil e tantos como apregoam. Somos muito menos. Alguns professores já estão no teto salarial do estado por conta de outro emprego. Outros estão bem próximos. É só comparar a folha de pagamento de setembro com a de outubro para perceber que a repercussão financeira não é assustadora. O Estado não vai quebrar e, não é essa nossa pretensão. Só queremos justiça.
A nova argumentação, longe de ser um motivo de preocupação é para nós uma garantia. A garantia de que os recursos jurídicos estão esgotados. A munição do governo acabou. Agora estão apelando para a comoção.
Sem desânimos vamos aguardar o dia de amanhã. Há uma decisão judicial firme, irremovível. Os funcionários do governo não vão correr risco pessoal. A multa é pesada. Esperamos um novo alvorecer. Amanhã estaremos no ar com uma edição especial para comemorar o nosso dia.
Sim, porque amanhã será um novo dia.
Um abraço emocionado e fraterno.
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