
EDIÇÃO DE HOJE, SÁBADO, DIA 25 DE OUTUBRO DE 2008
QUERIDOS AMIGOS, QUERIDAS AMIGAS
O deputado estadual Heitor Férrer (PDT) que faz oposição ao governo estadual fez algumas declarações publicadas no Diário do Nordeste de hoje. Vamos reproduzí-las para ciência daqueles que não tiveram acesso ao jornal.
PROFESSORES
Diário do Nordeste
25 de Outubro de 2008
Heitor exige implantação do piso salarial
Uma guilhotina no pescoço dos professores da Uece. Foi assim que o deputado Heitor Férrer (PDT) denominou o prazo dado pelo Governo do Estado para que os professores optem pelo novo Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) ou pela implantação do piso salarial.Segundo ele, o piso é assegurado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em uma ação transitada em julgado, estabelecendo sua aplicação. A ação ocorreu quando, desde 1987, o então governador Tasso Jereissati (PSDB) argüiu a inconstitucionalidade da lei que implementava o piso salarial estabelecida por seu antecessor, Gonzaga Mota, em 1986.Férrer defende que a implantação do piso é algo claro que está assegurado por lei, mas vem sendo desrespeitado por 20 anos e agora cabe ao governador Cid Gomes tomar um posicionamento sobre o fato. “Foi o governador Cid que criou o imbróglio? Não. Mas caiu no seu colo esse imbróglio criado por outros que se recusaram a pagar o piso salarial”.Ele destacou que o Executivo não quer implementar o piso, pois comprometerá o caixa do Estado, o que, para Férrer, é um argumento ´falho´.
Heitor exige implantação do piso salarial
Uma guilhotina no pescoço dos professores da Uece. Foi assim que o deputado Heitor Férrer (PDT) denominou o prazo dado pelo Governo do Estado para que os professores optem pelo novo Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) ou pela implantação do piso salarial.Segundo ele, o piso é assegurado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em uma ação transitada em julgado, estabelecendo sua aplicação. A ação ocorreu quando, desde 1987, o então governador Tasso Jereissati (PSDB) argüiu a inconstitucionalidade da lei que implementava o piso salarial estabelecida por seu antecessor, Gonzaga Mota, em 1986.Férrer defende que a implantação do piso é algo claro que está assegurado por lei, mas vem sendo desrespeitado por 20 anos e agora cabe ao governador Cid Gomes tomar um posicionamento sobre o fato. “Foi o governador Cid que criou o imbróglio? Não. Mas caiu no seu colo esse imbróglio criado por outros que se recusaram a pagar o piso salarial”.Ele destacou que o Executivo não quer implementar o piso, pois comprometerá o caixa do Estado, o que, para Férrer, é um argumento ´falho´.
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