
EDIÇÃO DE HOJE, QUARTA FEIRA, DIA 02 DE FEVEREIRO DE 2011
QUERIDOS AMIGOS, QUERIDAS AMIGAS
Ontem, como já lembramos aqui, foi o quarto aniversário do trânsito em julgado de nosso processo no STF. Evidentemente não havia o que comemorar. No entanto, algo como um bom pressentimento nos animava a ponto de, mesmo debilitado por uma virose avassaladora, postarmos estas notas.
E aconteceu algo importante. A presidente, cuja experiência guerrilheira e a tradição mineira, fizeram trabalhar em silêncio, para desgosto da imprensa marron ( leia-se PIG), nomeou o novo ministro do STF. O que houve de positivo é que ela, a presidente, não emprenhou pelos ouvidos e nem se deixou ofuscar por comendas, estatuetas, títulos honoríficos de origem discutível, que compunham o curriculum, paupérrimo em títulos de excelência, de um certo candidato que sempre se posicionou contra a nossa conquista do PISO SALARIAL. Não citaremos aqui seu nome. Não vamos prestigiá-lo. Ele não merece. Pela segunda vez é preterido. Da primeira vez jogou sujo e pesado contra o ministro Toffoli. Perdeu.
O que nos deixa perplexo é o fato de que uma entidade sócio cultural de professores universitários no Ceará tenha também agraciado tal figura com o troféu Coruja conforme relata o escritor João Soares Neto no artigo A coruja e a cultura publicado em 17.10.2010 na pag. 2 do Diário do Nordeste.
Não acreditamos em buxarias. Mas, o destino ou a justiça divina já estão se fazendo sentir sobre dois grandes malfazejos ( como diria o Chico Belo, o Belinho da Juatama) da nossa categoria. Um deles queria ser ministro do Supremo. Por duas vezes foi preterido. O outro queria também ser ministro do Supremo, começando como desembargador do Tribunal de Justiça do Ceará. Os seu colegas da OAB, em boa hora, o vetaram.
Ao nomear Luiz Fux para o Supremo Tribunal Federal , Dilma Roussef dá uma rasteira nos lobistas que estão a serviço de interesses escusos, da troca de favores, do favorecimento de seus próprios interesses.
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