EDIÇÃO DE HOJE, SEGUNDA FEIRA, DIA 23 DE FEVEREIRO DE 2015
CARÍSSIMOS AMIGOS, CARÍSSIMAS AMIGAS
Estamos de volta depois de um recesso motivado pelo carnaval e pela necessidade imperiosa de um pouco de repouso.
Estamos com parte de nosso tempo comprometido com dois projetos que têm prazo de conclusão. Por essa razão não temos atualizado o blog todos os dias. Mesmo assim temos mantido os/as colegas informados/as com a evolução do processo tanto na 1a. instância quanto no TST. E o nosso compromisso persiste apesar das provocações solertes e raivosas que temos sofrido e que não responderemos.Através de e-mail encaminhamos aos colegas cadastrados a mais recente petição da PGE onde um procurador pede reconsideração do bloqueio de valores alegando que a verba faz parte do Programa Minha casa Minha Vida.
Essa argumentação não se sustenta conforme já afirmou a meritíssima juíza Dra. Kaline Lewinter e constitui, do ponto de vista do professor Cajuaz Filho, com o qual concordamos, uma gaiatice.
Leiamos o artigo do amigo professor Cajuaz Filho:
Gaiatice
Mais um ato da
ópera bufa quer encenar a Procuradoria
Geral do Estado do Ceará no processo de reimplantação do piso salarial dos professores das Universidades Estaduais do Ceará já transitado em julgado pelo Supremo Tribunal Federal e em execução pela 4ª. Vara da Justiça do Trabalho.
A execução da
justiça, diz a Sagrada Escritura, é motivo de alegria para o justo, mas espanto
para os que praticam a iniquidade e a mitologia afirma que só existe felicidade
no reino da justiça.Verdade verdadeira!
Como se não bastassem as artimanhas
mentirosas apresentadas à justiça, que já lhe mereceram o “honroso” título de
litigante de má fé e rechaçadas como sem fundamento, agora surge, mais uma vez,
no picadeiro da insensatez, tentando ludibriar, de novo, os administradores da
justiça com sofismas e mentiras, pensando que eles são babacas e ignorantes,
apresentando uma deslavada petição de reconsideração da decisão prolatada pela
Meritíssima Juíza quando de mais um
bloqueio de recursos em
prosseguimento à execução da decisão.
Será que a PGE julga os administradores da
justiça umas ventoinhas que estão ao sabor dos ventos venham de onde vierem e
que mudar de opinião, privilégio de insensatos e de quem tem interesses escusos,
deve também afetá-los?
Ledo engano.
Numa disputa há o vencido e o vencedor. A justiça é quem decide e ela o faz
com base nas provas documentais e à luz da Constituição e do Direito. Neste
processo, o Estado foi vencido e os professores, vencedores. Agora, JUSTIÇA!
Não cabe
mais recorrer, escamotear e implantar a filosofia de Quincas Borba: “[...] ao
vencedor, as batatas” ou como a Rádio Corredor da PGE divulga: ganha, mas não leva.
Que insensatez! Que desrespeito pelo Poder Judiciário!
O que a justiça quer e determina é muito
simples: Ao vencido, o reconhecimento da derrota e sua aceitação; ao vencedor, seja
lhe dado o brilho da justiça que manda dar ao outro o que lhe pertence sem tergiversação
ou medo de quem quer que seja. Termina aqui o “jus estribuchandi.”
Agir de outra maneira é
sadismo, é humor negro, é gaiatice.
Prof.Cajuaz
Fiquemos agora com Maysa interpretando Ne me quitte pas:



Nenhum comentário:
Postar um comentário