QUERIDOS AMIGOS, QUERIDAS AMIGAS
O julgamento da embargo de declaração interposto pela PGE aconteceu a partir das 14:00 horas. Com a presença das desembargadoras Dulcina Palhano, relatora, Regina Gláucia Nepomuceno e do desembargador Jeferson Quesado, o processo foi julgado e mais uma vez fomos vitoriosos.
Mais pormenores ainda nesta edição.
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Lembramos aos colegas que a missa de sétimo dia da D. Lígia Leitão de Castro e Silva será logo mais às 19:00 h.
A solenidade religiosa será na capela da Casa do Menino Jesus localizada na Rua Ildefonso Abano, 3052, esquina com Rua Soriano Albuquerque no bairro Joaquim Távora.
ESTARRECIMENTO
ResponderExcluirHugo Martins
Só hoje passei a dar razão aos meus professores na Faculdade de Direito quando o aluno aplaudia a aplicação justa da norma jurídica a um caso concreto, e o professor dizia “ bonito, mas na prática é diferente.” Carilho de asa!!
Penso que minha ojeriza pela prática da advocacia advenha desse filosofia suja... Foi a única coisa que bem aprendi nos bancos das salamancas...
Sim, porque, de resto, os preceitos do Direito aprendi-os tortamente. Senão vejamos, nas chapas e lugares-comuns presentes no jargão tão a gosto de doutos e “bacharéguas.” Primeiro, aprendi que impetrar embargos dos embargos é prática corriqueira e presente no arsenal de recursos existentes no atual ordenamento jurídico brasileiro. Vem um juiz, paciente de furor punitivo, e diz, tradução de suas fala e prática, “na prática é diferente” Arre!
Acho que aprendi errado, não nos bancos da Faculdadede Direito, porque lá não se aprende porríssima nenhuma, a não ser a prática de um pedagogismo autoritário e pretensioso . Na verdade, aprendi nos livros, compulsando-os com gosto, insistência e responsabilidade... Ainda assim, aprendi caolhamente. Com certeza. Aprendi que em sede da “habeas corpus”, quando ocorre empate de votos dos membros do colegiado, o presidente do egrégio tribunal não deve votar e, por isso, o empate favorece o impetrante. Mas, como diz o poeta, “de repente, não mais que depente”, alguém “qui veve no além e no aquém”, retira uma carta de seu baralho mágico, cospe no Direito e acrescenta que, naquele caso específico, por se tratar de assunto de ordem constitucional, é perfeitamente legítimo o voto do presidente... Bento Carneiro, olha para o lado, cuspinha e diz: “na prática é diferente” ... Olha, em seguida para os circunstantes e arremata: “Vampiro Brasileiro...” Arre!
Dizem que vem rolo por aí...
Deixemos que a História prossiga sua marcha...
Gostaria de entender melhor o significado dessa vitória. Agradeço.
ResponderExcluirGanhamos, mas não levamos!!!
ResponderExcluirE o Plano Bresser?