2ª EDIÇÃO DE HOJE, QUINTA-FEIRA, DIA 17 DE MAIO DE 2018
CARÍSSIMOS AMIGOS, CARÍSSIMAS AMIGAS
Estivemos hoje durante toda a manhã no TRT acompanhado da professora Ielda Sobreira, do professor Elieser Alves e do professor Gilberto Leitão.
Fomos saber notícias sobre o recurso de revista.
Tivemos a grata satisfação de saber que o recurso de revista havia sido denegado.
Além disso mantivemos vários contatos no TRT, entre eles, com Dr. José Ribamar da Silva da SEJUD e com o desembargador Parente. Com os dois tratamos da retomada das negociações para um eventual acordo. Como se trata de um recomeço de conversa é tudo o que podemos adiantar. O blog é público e não nos permite pormenorizar alguns temas que foram tratados. É a nossa estratégia. Lembramos que foi esse blog que levantou o véu que encobria como um grande segredo o processo do PISO SALARIAL. Não estamos fazendo mistério. No momento oportuno outras informações serão socializadas. Escancarar tudo agora seria temerário.
Nunca estivemos omisso como alguém insinua. Em contato telefônico a professora Walda Weyne nos cobrou, de maneira fidalga, a nossa ida ao TRT. Comprometemo-nos a ir até sexta-feira (dia 18). Fomos hoje (dia 17). Cumprimos o prometido. Aceitamos cobranças e críticas civilizadas. Repelimos com veemência as agressões, as insinuações maliciosas, as acusações levianas eivadas de revanchismo. Os detratores sabem, mas preferem ignorar, como é complicado dirigir um sindicato à beira da falência. As ocupações do cotidiano não nos permitem contestar todas as leviandades produzidas em rede social. E este blog não é o espaço adequado para tanto.
A categoria precisa urgentemente entender que a cizânia injetada por alguns só fragiliza a categoria tornando mais distante a vitória final.
Nunca negligenciamos no trato da questão PISO SALARIAL. Não poderíamos, por uma questão de honestidade no trato com os colegas, acenar- lhes com falsas promessas para ganhar o elogio fácil. Só queremos justiça pela inequívoca contribuição que temos dado à causa, muitas vezes trabalhando à mineira.
Necessitamos com urgência desarmar nossos espíritos, abandonar as atitudes bélicas de revanchismo trabalhar pela reconciliação da categoria. Sem essa premissa não iremos a lugar nenhum.
Tudo tem seu tempo determinado,
E há tempo de nascer e de morrer,
Tempo de matar, tempo de curar,
Tempo de chorar e tempo de rir,
Tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntar pedras,
Tempo de buscar e tempo de perder,
Tempo de rasgar e tempo de coser,
Tempo de amar e tempo de aborrecer...
Não é falta de tempo, mas sim de discernir o tempo do tempo.
Salomão

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