JULGAMENTO HISTÓRICO NO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL EM 01.12.2011

CLIQUE NOS LINKS PARA ASSISTIR O JULGAMENTO HISTÓRICO DE 01.12.2011

ESTAMOS DISPONIBILIZANDO OS LINKS DO YOU TUBE ENVIADOS PELO PROF. MANOEL AZEVEDO. É SÓ CLICAR E VERÁ OS VÁRIOS MOMENTOS DAQUELE HISTÓRICO JULGAMENTO.

Abaixo, respectivamente, estão os endereços no youtube das partes 1 de 5, 2 de 5, 3 de 5, 4 de 5 e 5 de 5 do vídeo do julgamento histórico no STF.

http://www.youtube.com/watch?v=w4DHkYcKpoo
http://www.youtube.com/watch?v=rRE6L0fu4Ks
http://www.youtube.com/watch?v=gQzH1FNS5Sg
http://www.youtube.com/watch?v=8FqTJqKrjww
http://www.youtube.com/watch?v=z1UKoALstcI

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

A DECISÃO MONOCRÁTICA ABSURDA DO JUIZ SUSTITUTO DA QUARTA VARA PROMOVE A INSEGURANÇA JURÍDICA, GERA PÂNICO E SEMEIA A DESCRENÇA NA JUSTIÇA!!!

EDIÇÃO DE HOJE, QUINTA-FEIRA, DIA 06 DE DEZEMBRO DE 2016
MUI QUERIDOS AMIGOS, MUI QUERIDAS AMIGAS
Nosso "presente de natal", foi um pacote de maldades produzido pelo juiz substituto da 4ª vara da Justiça do Trabalho a quem caberia, exclusivamente, prosseguir com a execução seguindo a trilha aberta pelas valorosas juízas Dras. Christiane Diógenes e Kaline Lewinter. 
Superou-se sua excelência ao produzir um documento monocórdio de 12 laudas que se assemelha a um samba de uma nota só. Com efeito, o meritíssimo se ateve a uma discussão superada sobre a competência da Justiça do Trabalho Federal quanto aos direitos que nos foram assegurados em todas as instâncias da justiça trabalhista e consagrados, em três momentos, pelo Supremo Tribunal Federal.
Ao ler a extensa e repetitiva sentença, data vênia, me pareceu estar lidando com mais uma petição gerada nas salas sinistras da PGE, a sucursal do inferno onde pontificam nossos algozes. O linguajar é idêntico e a argumentação também. O texto repetitivo nada acrescenta, não levanta nenhum fato novo que justifique a reforma de uma sentença transitada em julgado na mais alta corte do país,
Qual a motivação  do meritíssimo juiz ao subscrever uma sentença absurdamente cruel. Ao sugerir até devolução de diferenças que nos foram pagas por conta dos bloqueios judiciais o magistrado nos reduz à condição de meliantes que se apropriaram indebitamente do dinheiro público,
NÃO SOMOS LADRÕES, EXCELÊNCIA! Neste país onde medra a corrupção, temos limpas as mãos, as mentes e os coraões.
Somos sim, excelência, educadores, homens e mulheres que tiveram roubados seus sonhos e que na velhice padecem de enfermidades as mais diversas sem meios para combatê-las.
Com seu gesto, vossa  excelência está contribuindo para que a cada dia aumente a nossa descrença na justiça. 
De um pouco mais de mil que éramos em 1992, quando a nossa saga começou na Justiça do Trabalho, mais de trezentos sucumbiram sem ver a verdadeira e plena justiça concretizada. 
Vossa excelência sabia que há viúvas de companheiros nossos vivendo na mais absoluta pobreza?
Vossa excelência sabia que grande parte de nossos companheiros e companheiras estão enfrentando as filas do SUS por não poderem pagar um plano de saúde? E que pelo mesmo motivo dois companheiros nossos estão utilizando os serviços da Santa Casa de Misericórdia?
Nenhum deles, excelência, teve vida desregrada. Foram bons pais, educaram bem seus filhos, foram excelentes profissionais. E qual é a causa de nosso empobrecimento, excelência? É fácil de identificar. FOMOS ASSALTADOS, MERITÍSSIMO. Quem nos assaltou?  Foram os sucessivos governos estaduais a partir do sr. Tasso Jereissate. Nos roubaram os sonhos. Nos roubaram parte significativa de nossos salários. Nem por isso deixamos de trabalhar e contribuir para o surgimento de um mundo melhor e mais humanizado.
E o que vemos no final de uma vida de muitos sacrifícios é um operador do direito, na contra-mão da história subverter todo o estamento da justiça e instalar o pânico na nossa sofrida e debilitada categoria. Não se pratica justiça aceitando e se apropriando dos argumentos falaciosos dos opressores. A JUSTIÇA DO TRABALHO FOI CRIADA PARA PROTEGER TRABALHADORES EXPLORADOS E NÃO OS SEUS CARRASCOS EXPLORADORES.
Debilitados e sofridos, no entanto, não estamos implorando caridade e nem esmolando compaixão.
Pelos nossos mortos, pelos nossos enfermos e pelos nossos filhos e netos exigimos JUSTIÇA.
VAMOS LUTAR ATE O LIMITE DE NOSSAS FORÇAS. SÓ A MORTE NOS DETERÁ.
ABAIXO A PERSEGUIÇÃO! JUSTIÇA JÁ!

E LEMBREM-SE:
LOGO MAIS AS 16 HORAS NO CENTRO D EDUCAÇÃO TEREMOS UMA REUNIÃO ABERTA PARA TODOS OS QUE VÃO SE ENGAJAR NAS GRANDES MOBILIZAÇÕES EM DEFESA DO PISO SALARIAL.

FIQUEMOS AGORA COM DUSTY SPRINGFIELD



E COM AS NOSSAS ESTATÍSTICAS ÀS 1:27 h da Matina

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2 comentários:

José Santiago disse...

BOM DIA,

Como um quase leigo em Justiça do Trabalho, não dá para entender o porquê do Meritíssimo Juiz da 4ª Vara ter adotado a recente decisão no nosso processo do piso salarial.
O processo já está tramitado e julgado desde 2007, tendo passado pelos segmentos mais altos da justiça do trabalho.
Era de se esperar que o referido Juiz acatasse os pareceres superiores e dessa forma não atropelasse a logica do direito e muito menos a Lei que embasa os valores de cada categoria e níveis diferentes, deixando todos professores no mesmo nível, categoria e regime de trabalho (12, 20 e 40 hs, auxiliar, assistente, adjunto e titular).
É uma medida questionavel...............

Anônimo disse...

Nossa advogada o que vai fazer?